24 de ago de 2012

 Eu que já não sei mais onde piso, apenas sigo. A coragem transbordando o copo do medo. Pois mergulhada eu vou nadando e no fundo vejo a superfície. Ela que me chama, atenta para as aventuras e delírios do coração. Apenas nado. Uma palavra doce está me bebendo aos pouquinhos, mas quem tem sede sou eu. Sede de vivê-la, conhecê-la e me deliciar. Ando nadando nesse copo... A superfície quer me alcançar pra finalmente eu ser bebida - pelo amor.

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